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ACUPUNTURA

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Imagem meramente ilustrativa

MEDIDAS DE PRECAUÇÃO

 

   As medidas de precaução têm como objetivo prevenir a disseminação de doenças, seja de um paciente para outro, seja do paciente para o profissional de saúde. São classificadas em:

- Medidas de precaução específica: precaução por área; precaução com perdigotos; precaução por contato (quarto privativo: hospitais/ambulatórios-pacientes infectados).

- Medidas de precaução padrão: O principal objetivo das medidas de precaução padrão é evitar a exposição do profissional de saúde a materiais com potencial de transmissão de HIV, HVB, HVC, entre outras patologias. Deve ser utilizada pelo profissional de saúde toda vez que for manipular o paciente, independentemente do diagnóstico de suspeita ou confirmação de doenças. As medidas de precaução padrão compreendem:

 

Barreiras de proteção

   Higienização das mãos

   Tem como principal objetivo prevenir a transmissão cruzada de microrganismos responsáveis pelas infecções hospitalares, sendo uma prática de grande importância para prevenção de infecções no ambiente. Sua efetividade depende da realização correta da técnica. É importante também manter a integridade da barreira cutânea. Devem ser empregados recursos e medidas com o objetivo de incorporar a prática de higiene das mãos, tais como:

- Dispor de torneiras que dispensem o contato das mãos através do volante ou registro, quando do fechamento da água;

- Dispensador de sabão líquido que evite contato das mãos com o local de saída do produto;

- Papel-toalha para secagem das mãos, não sendo indicado o uso coletivo de toalha de tecido única ou de rolo, bem como o secador de mãos.

   

   Procedimentos utilizados para higienização das mãos

 

- Lavagem das Mãos: O ato de lavar as mãos com água e sabão remove mecanicamente a sujidade e reduz a microbiota transitória.

- Antissepsia ou Degermação: A antissepsia das mãos elimina a microbiota transitória e reduz a microbiota residente.

- Uso de Antissépticos: Os produtos PVP-I a 10% com 1% de iodo livre, clorohexidina a 2% ou 4%, álcool 70%, podem ser utilizados para higienização das mãos do profissional e para antissepsia da pele do paciente. A escolha do produto fica a critério do profissional, levando em conta o seu custo e a sensibilidade do paciente e do profissional, pois os maiores problemas no uso de antissépticos são o ressecamento da pele e o surgimento de dermatites e alergias. O mais indicado para antissepsia da pele do paciente é o álcool a 70%.

- Antissépticos: PVP-I a 10% com 1% de iodo livre, clorohexidina a 2% ou 4%, existem na formulação degermante (com sabão), aquoso (tópico) e alcoólico. Para a antissepsia da pele é recomendada a formulação aquosa ou alcoólica.

OBS: O álcool a 70% pode ser utilizado para substituir a lavagem das mãos, porém não elimina a sujidade da pele e não possui ação residual. O álcool com emoliente (2% de glicerina ou na forma de gel) é o mais indicado para antissepsia das mãos do profissional, por ressecar menos a pele.

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Fonte
Cartilha Acupuntura do Conselho Regional de Farmácia do estado de São Paulo.